compra de soja

Tecnologia pode reduzir compra de soja pela China

O uso de tecnologia pode reduzir a necessidade de compra de soja pela China em mais de 10 milhões de toneladas em 2018.

Essa possível redução na compra de soja pelos chineses é devido ao uso de nova tecnologia em farelo de soja e à adoção de suplementos como sementes de girassol e sementes de palmeira.

A informação foi divulgada pelo jornal estatal Economic Daily no início de agosto de 2018.

O fato é que o uso de fórmulas de baixa proteína para alimentação animal poderia reduzir necessidade de compra de soja anual da China, especialmente por farelo em entre 5% e 7%, o que significa cerca de cinco milhões de toneladas de soja, segundo o jornal, que citou um especialista da Academia de Ciência da China.

A China também pode aumentar importações de ração animal feita de sementes de girassol, de palmeira e colza, que poderiam substituir uma demanda anual por farelo de soja de cerca de 4,8 milhões de toneladas, o equivalente a cerca de seis milhões de toneladas de grãos de soja.

A demanda por farelo de soja deve continuar fraca nos próximos meses devido a perdas em alguns produtores de carne suína, acrescentou o jornal. O consumo de farelo de soja caiu 1,3% entre abril e junho em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Vale lembrar que a China é o principal país comprador de soja brasileira, participando com cerca de 80% da receita desse mercado no Brasil. Clique aqui e confira os dados dos principais importadores de soja brasileira em 2018, até a parcial de julho.

Confira também os dados da exportação de soja do Brasil em julho de 2018 comparado aos valores observados no mesmo período do ano passado e no mês anterior. Clique aqui!

Adaptado de Reuters

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