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A Amazon está entrando no mercado de carnes. O que esperar?

O Farmnews destaca o artigo de Janette Barnard sobre as possíveis consequências da Amazon no mercado de carnes nos Estados Unidos.

É importante lembrar que a gigante Amazon.com, de Jeff Bezos, fundada em 1994, é uma empresa de comércio eletrônico com sede nos Estados Unidos e atualmente é destaque mundial nas vendas pela internet.

A questão aqui é que a Amazon despertou para o mercado de alimentos e recentemente comprou a Whole Foods. Aliás, nosso canal de notícias parceiro, o Foodnews, destacou que logo após a aquisição da Whole Foods a Amazon já mostrou para que veio e, derrubou os preços dos alimentos como sua primeira estratégia frente aos concorrentes (clique aqui e saiba mais).

Mas será que acontecerá o mesmo com o mercado de carnes nos Estados Unidos?

Uma coisa é certa. À medida que a Amazon avança no varejo de alimentos, os distribuidores devem avaliar sua vantagem competitiva, não apenas avaliando os resultados do negócio, mas o modelo de negócios como um todo.

O fato é que já ocorre naquele país um movimento, onde os distribuidores de carnes cada vez mais buscam vantagens competitiva contra o competidor que, na realidade, ninguém quer por lá, a Amazon.

A maioria dos distribuidores acredita que sua vantagem competitiva está ligada à sua capacidade de produzir o produto “certo” e em suas vastas redes de logística.

É um modelo que funciona e ocorre há décadas nos Estados Unidos. O ponto é que a Amazon tem um extraordinário núcleo de capacidade logística e é improvável que os distribuidores de carnes consigam competir com a Amazon neste aspecto.

A autora destaca, como exemplo, o fato de, como um membro da Amazon, posso encomendar 40 itens ou 2 itens e eles serão entregues na minha porta dentro de, no máximo, 48 horas e o melhor, sem custo de frete. E não importa a distancia dentro do país.

Os distribuidores de carne nos Estados Unidos tem questões operacionais, de limites mínimos de entrega, operadores intermediários que oneram os custos do frente entre outros fatores menores que diminuem a competitividade frente a Amazon.

O que estamos discutindo com relação as carnes já tem acontecido nos Estados Unidos com relação a outros tipos de alimentos e serve de sinal de alerta a rede de distribuição de carnes no país e, quem sabe, futuramente por aqui também.

E mudando um pouco de assunto, você sabe o que e quanto a China comprou do agronegócio do Brasil em 2017? O Farmnews apresenta os números que revelam os principais produtos do agronegócio do Brasil comprados pela China em 2016 e 2017. Clique aqui!

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Zootecnista, editor do Farmnews e interessado em fornecer informações úteis aos nossos leitores!