barreiras comerciais ao agronegócio

Produtores temem barreiras comerciais ao agronegócio pelas queimadas

Produtores rurais temem a possibilidade de que barreiras comerciais ao agronegócio brasileiro sejam impostas devido as queimadas.

Pois é o assunto sobre as queimadas na Amazônia tem gerado muita polêmica e discussão. Contudo, o fato é que os produtores rurais temem que barreiras comerciais ao agronegócio sejam impostas ao País.

Vale lembrar que as exportações do agronegócio em 2019 tem apresentado forte crescimento, com exceção da soja (clique aqui) em razão da crise de produção de suínos na China.

Mas voltando ao assunto, a ministra do MAPA diz que não há razões para barreiras comerciais ao agronegócio por causa de queimadas.

A ministra Tereza Cristina disse que não vê razões para eventuais barreiras ao agronegócio brasileiro por causa das queimadas na Amazônia. Tereza Cristina ressaltou que, todos os anos, há queimadas na região amazônica no período da seca, assim como em outras regiões do mundo, entre elas Europa e Estados Unidos. Para a ministra, os países precisam se informar sobre a situação antes de tomar qualquer medida.  

“Estamos vivendo uma seca grande que todo ano a Região Norte do país tem uma definição clara dessa estiagem, fica, às vezes, seis meses sem chuva. Este ano, está mais seco e as queimadas estão maiores. Acho que eles precisavam saber primeiro do Brasil o que está acontecendo antes de tomar qualquer tipo de medida.

Quando houve incêndios em Portugal, este ano teve incêndio na Sibéria, enfim, teve incêndio no mundo todo na época seca também da Europa, e o Brasil não foi lá questionar e nem pedir para não receber nada. O que a gente precisa é baixar essa temperatura.

A Amazônia é importante e o Brasil sabe disso, o Brasil cuida da Amazônia”, afirmou, após firmar convênio com o Banco do Nordeste (BNB) para subsidiar políticas públicas e privadas de inovação voltadas para o desenvolvimento sustentável da agropecuária na Caatinga.

“Nós não podemos dizer que por, neste momento, termos um incêndio acontecendo, ou uma queimada acontecendo na Amazônia que o agronegócio brasileiro é o grande destruidor e, portanto, vamos fazer barreiras comerciais contra esse agronegócio”, acrescentou.

E você sabia que a agropecuária brasileira participa com menos de 1% do total de gases de efeito estufa emitidos no mundo? Clique aqui e saiba mais do assunto!

Ela destacou que a preservação ambiental é uma preocupação do país e dos produtores rurais. “Existe hoje uma preocupação do mundo com o meio ambiente e o Brasil não está fora dessa preocupação. Os produtores rurais também têm essa preocupação, porque eles são os maiores prejudicados, principalmente aqueles que usam tecnologia. Acho que está na hora de a gente fazer o papel de bombeiro aqui e não colocar mais notícias alarmantes do que querem imputar ao nosso país e aos produtores brasileiros”, destacou.

Para a ministra, é preciso diferenciar queimadas e incêndios (criminosos) e punir os culpados. “Temos que educar. Existem queimadas que, às vezes, são ilegais, feitas por grileiros, não podemos misturar todo mundo. E tem também uma parte ideológica que eu acho que a gente precisa separar, e nós brasileiros temos obrigação de defender o Brasil. Estão erradas as queimadas? Vamos para a ação. Vamos ver quem está queimando, vamos punir quem precisa ser punido, quem está fazendo errado”.

Segundo Tereza Cristina, o governo federal deve anunciar hoje medidas de combate às queimadas e já entrou em contato com os governadores da Região Norte para oferecer apoio.

E claro é importante destacar que o agronegócio está cada vez mais sustentável (clique aqui) e o produtor rural é um dos que mais contribui para a preservação ambiental (clique aqui).

Adaptado do MAPA

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