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Mulheres do campo priorizam a gestão de pessoas

As mulheres do campo querem aprender mais sobre gestão de pessoas. É isso que elas revelam!

O CNA/SENAR é parceiro da ABAG na pesquisa “Todas as Mulheres do Agronegócio”, que ouviu 862 mulheres de todas as regiões do País, entre os meses de junho e julho de 2017.

A pesquisa revelou que as mulheres do campo são empreendedoras, competentes, motivadas, conciliadoras, resilientes e não se contentam com a posição já conquistada. Querem ir mais longe.

Prova disso, é o número elevado de mulheres do campo que gostaria de aprofundar seus conhecimentos justamente em temas relacionados à formação profissional e trabalho: gestão de pessoas, gestão de negócios e finanças. O destaque entre os três foi gestão de pessoas, apontado por 56,8% das mulheres que participaram da pesquisa.

“As mulheres do campo estão quebrando um paradoxo. Antes a preocupação estava muito voltada para o solo, maquinário e agora é preciso focar em gestão. Principalmente, das pessoas, dos colaboradores que estão na propriedade. Hoje a agropecuária é altamente inovadora e tecnológica, mas os grandes diferenciais dentro das propriedades são as pessoas, o capital intelectual, o talento”, afirmou Dyovanna Depolo, coordenadora da Faculdade CNA a Distância.

Para Lígia Dutra, superintendente de Relações Internacionais da CNA, a pesquisa prova o interesse das mulheres pelos negócios. “Mostra o interesse na capacitação e na busca por mais informações relacionadas exatamente a comércio, gestão de pessoas, negociação, mercado financeiro, enfim, assuntos que são essenciais para a gente melhorar a qualidade e a nossa capacidade de negociação.”

Outro dado importante da pesquisa é a conectividade das mulheres do agro com as modernas ferramentas de comunicação. Mais de 95% das entrevistadas usam o WhatsApp e quase 93% o Facebook.

Carla de Freitas, empresária rural, com propriedade em Rondônia, mas que mora em São Paulo porque voltou para a universidade, diz que hoje a mulher precisa ser, também, protagonista dessa inovação do setor agropecuário. Ela precisa estar ligada no que vai precisar e no que vai acompanhar a vida dela daqui pra frente: essa valorização, essa busca do conhecimento da tecnologia, das novas tecnologias”, conclui Carla.

Quase 60% das mulheres que participaram da pesquisa são proprietárias ou sócias, 49,5% trabalham em minifúndios e 55% se sentem preparadas para desenvolver qualquer atividade no campo.

O Farmnews já destacou artigo que destaca o importante papel das mulheres no agronegócio e no desenvolvimento rural do Brasil. Clique aqui e saiba mais!

Adaptado do CNA

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