febre suína africana

China perde 100 milhões de suínos com a febre suína africana

A febre suína africana tem efeitos negativos no rebanho chinês e no mercado mundial de carne suína!

A febre suína africana fez com que um terço da população suína da China fosse perdida, ou seja, cerca de 100 milhões de animais.

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Com isso, funcionários do governo chinês estão discutindo medidas drásticas para estabilizar o maior mercado mundial de carne suína.

O país asiático é o principal rebanho de suínos do planeta, com mais da metade do número de animais no mundo. A carne é um elemento básico da dieta chinesa, o que significa que sua escassez pode prejudicar a estabilidade social da China.

E não é só por lá que os efeitos devem ser observados, já que o surto de febre suína também ameaça prejudicar a cadeia global de fornecimento de carne suína.

Enquanto as autoridades chinesas já fizeram planos para reforçar o mercado de suínos – incluindo subsídios para fazendas de suínos e famílias que podem ter dificuldades com os preços elevados -, estão intensificando os esforços para lidar com a crise.

O preço que os varejistas pagam pela carne aumentou quase 70% desde o ano passado. E o preço médio que os atacadistas pagam aos fornecedores aumentou 90% na última semana de agosto em comparação com um ano atrás, segundo dados do governo. E os analistas dizem que os preços ainda podem subir ainda mais.

Parte do problema é que os agricultores não estão repondo os animais mortos pela doença, de acordo com o Ministério da Agricultura da China. Isso levou as autoridades chinesas a explorar maneiras de incentivar agricultores e produtores a criar mais e a recuperar o rebanho perdido.

Vale destacar que, por outro lado, o ano de 2019 tem sido promissor para suinocultura brasileira, já que os dados do mercado mostram forte avanço. Clique aqui e saiba mais do assunto!

Uma das medidas é a liberação de recursos para serem usados na tecnologia de inseminação artificial. Além dos incentivos aos produtores de suínos em todo o país, que está gerando otimismo na indústria processadora, a China já introduziu racionamento que limita os cidadãos a comprar certas quantidades de carne de porco em algumas cidades.

Adaptado de CNN Business

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