exportação de carne

País trabalha para reestabelecer exportação de carne para os EUA

O MAPA  vai investigar os motivos de reação causadas por vacina e auditar plantas frigoríficas, visando reestabelecer a exportação de carne para os EUA.

O MAPA fará um documento técnico para ser enviado ao governo norte-americano com informações da Secretaria de Defesa Agropecuária e procedimentos adotados em função da suspensão temporária da importação da carne brasileira in natura (clique aqui).

Depois disso, o ministro Blairo Maggi deverá encontrar-se com autoridades de governo nos EUA. E já estava prevista uma reunião entre técnicos dos 2 países, no próximo mês de setembro.

O Brasil exporta mais de 150 países e que cem por cento dos produtos embarcados têm recebido inspeção sanitária no momento em que chegam ao destino sem relato de problemas.

Clique aqui para saber quais os principais países importadores de carne bovina do Brasil em 2016!

O mercado norte-americano foi aberto ao Brasil, em setembro do ano passado, depois de 17 anos de negociações. De janeiro a maio, foram exportadas mais de 11 mil toneladas, equivalentes a cerca de US$49 milhões.

Questionado se seria retaliação por questões de mercado, ou se o governo havia sentido mudanças em relação ao Brasil a partir da posse de Trump (Donald Trump), o MAPA admitiu que há uma tendência do atual governo americano a adotar uma postura mais nacionalista, mas não crer que seja necessário recorrer à OMC, por entender que não deve ser uma questão de protecionismo.

Nesse assunto, cabe lembrar que o Brasil importou carne fresca dos Estados Unidos pela primeira vez esse ano (clique aqui).

O MAPA está revisando as normas de inspeção em frigoríficos para atender as exigências de exportação de carne para os Estados Unidos.

“Vamos ter uma metodologia de inspeção ainda mais rigorosa.” Maggi informou que viajará aos EUA, assim que a nova instrução normativa (IN) sobre o assunto estiver pronta, para negociar o fim do embargo ao produto brasileiro.

O ministro lembrou que o Brasil já havia descredenciado 5 de 15 plantas frigoríficas habilitadas a exportar carne in natura para os EUA.

“Assim que recebemos a informação sobre a presença de abcessos nos cortes, tomamos essa providência”. Segundo ele, o abcesso pode ser resultado de reação a componentes da vacina contra a febre aftosa.  “Vamos abrir imediatamente uma sindicância para ver o tipo de reagente utilizado e se, de fato, ele está causando esses resíduos nas carnes enviadas para lá.”

Uma medida importante adotada em 2017 pelo MAPA deve evitar reações à vacina contra febre aftosa (clique aqui e saiba mais).

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