O preço do bezerro encerrou setembro de 2026 no maior patamar diário histórico quando avaliado em Reais por cabeça.
Isso porque o preço da categoria de reposição (Cepea, Mato Grosso do Sul) encerrou setembro de 2026 cotado a R$3.446,1 por cabeça, o maior valor nominal diário da histórica (primeira Figura).
A Figura ilustra a evolução diária do preço nominal do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul), avaliado em Reais por cabeça, desde 2024.

O preço do bezerro subiu 1,3% entre o final de setembro e o último preço praticado no mês anterior. A alta foi modesta, mas o preço foi histórico.
No ano, em relação ao valor que encerrou 2025, a alta foi de 12,4% e o valor médio de 2026 foi, de longe, o maior para um mês de setembro (segunda Figura), muito acima da média nominal praticada no mesmo período dos anos anteriores.
A Figura apresenta os dados médios nominais do preço do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul), avaliado em Reais por cabeça, nos meses de setembro, entre 2010 e 2026.

O fato é que o preço médio nominal do bezerro em setembro de 2026 foi quase R$500,0 por cabeça acima do recorde anterior para o período do ano, de 2025.
Apesar do recorde nominal para um mês de setembro, o valor observado em 2026 ficou abaixo apenas da média nominal mensal de maio de 2026 (terceira Figura).
A Figura apresenta os dados médios nominais do preço do bezerro (Cepea, Mato Grosso do Sul), avaliado em Reais por cabeça, entre janeiro de 2020 e setembro de 2026.

Vale destacar também que o preço do boi gordo caminha para renovar a máxima nominal histórica.
O mercado futuro do boi gordo, inclusive, precifica um cenário de forte alta para os meses finais do ano, impulsionado por uma oferta mais restrita de animais prontos para o abate e, uma demanda mais aquecida, tanto interna como externa.
E mudando de assunto, o preço do suíno vivo subiu forte em setembro, amenizando a perda em 2026 que, ainda segue próxima de 40% em relação ao final de 2025.
O preço do suíno vivo (Cepea, SP) em 2026 subiu mais de 18,0% na parcial de setembro (28), em relação ao valor que encerrou agosto e, novamente próximo de R$6,00 por kg.
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