O ágio do boi gordo para outubro de 2026 em relação ao físico voltou a se aproximar da máxima no início da segunda parte de setembro.
O preço futuro do boi gordo segue renovando os patamares recordes e em setembro (16) os contratos que vencem entre outubro e dezembro voltaram a renovar a máxima.
O contrato que vence em outubro de 2026 foi cotado a R$381,3 por arroba em setembro (16), além da máxima, precificando alta de quase R$30,0 por arroba em relação à referência no físico.
O preço futuro do boi gordo para outubro permanece descolado do físico (primeira Figura), apesar da alta no valor atual da arroba.
E por falar no preço da arroba no físico, o valor do animal pronto para o abate foi o destaque de valorização entre as commodities agrícolas acompanhadas pelo Farmnews na primeira metade de setembro. Clique aqui e saiba mais!
A Figura ilustra a evolução diária do preço do boi gordo (Datagro) e do valor esperado para outubro (B3, valor de ajuste), em Reais por arroba.

O ágio do preço do boi gordo para outubro voltou a subir, com o vencimento na máxima, acima de R$380,0 por arroba.
O ágio do preço do boi gordo para outubro em relação ao físico (Datagro) foi cotado a R$28,4 por arroba em setembro (16), valor próximo da máxima, como mostram os dados da segunda Figura.
Vale lembrar que em setembro (9) o ágio do preço do boi gordo para outubro frente ao físico alcançou o maior patamar para o vencimento até aquele momento, no valor de R$32,1 por arroba.
A Figura ilustra a evolução diária da diferença entre o preço esperado para outubro de 2026 (B3, valor de ajuste) e a referência no físico (Datagro), em Reais por arroba.

E como temos destacado, apesar do otimismo, vale ficar atento à oportunidade de proteção e gestão de risco, afinal de contas, o mercado é volátil.
Saiba também que o preço da arroba do bezerro voltou a se aproximar de R$500 no final da primeira parte de setembro de 2026.
E mudando de assunto, a importação de fertilizantes pelo Brasil voltou a cair em agosto de 2026, pressionado pela combinação de fatores, entre os principais, os patamares de preço elevado, o adiamento das compras e a menor disponibilidade externa, especialmente dos nitrogenados, com o conflito no Oriente Médio em evidência, novamente.
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