A compra de cloreto de potássio caiu em julho de 2026, mas segue acima do valor praticado no mesmo período dos anos anteriores.
E antes de falar do cloreto de potássio, é importante destacar que a importação de fertilizantes pelo Brasil embora tenha subido em julho de 2026, permaneceu abaixo da quantidade de compra no mesmo período de 2024 e 2025.
Como esperado para o período do ano, o ritmo de compra de matérias-primas pelo Brasil vem aumentando, mas segue abaixo que foi observado em julho de 2024 e 2025.
O Brasil importou 4,10 milhões de toneladas de fertilizantes em julho de 2026, valor 14,4% abaixo do que foi praticado em julho de 2025, quando inclusive foi recorde para o período do ano.
No caso do cloreto de potássio, em julho de 2026 o Brasil importou 1,53 milhão de toneladas da matéria-prima, o menor valor para o período do ano desde 2023 (primeira Tabela).
Além da queda de compra de cloreto de potássio em julho de 2026, o preço do produto (FOB) subiu e alcançou o maior patamar para um mês de julho desde 2022, cotado a US$358,9 por tonelada.
A Tabela apresenta os dados de importação de cloreto de potássio pelo Brasil nos meses de julho, entre 2018 e 2026, segundo dados da COMEX.

A compra de cloreto de potássio pelo Brasil em julho de 2026 foi de 1,53 milhão de toneladas, valor 10,1% abaixo praticado em julho de 2025 (1,70 milhão de toneladas), quando inclusive foi recorde para o período do ano.
No acumulado de 2026, por outro lado, a importação de cloreto de potássio pelo Brasil segue renovando a máxima histórica.
Isso porque entre janeiro e julho de 2026 a compra de cloreto de potássio pelo Brasil somou 8,82 milhões de toneladas, superando o recorde anterior de 2025 (8,62 milhões de toneladas), como mostram os dados da segunda Tabela.
A Tabela apresenta os dados de importação de cloreto de potássio pelo Brasil no acumulado até julho, entre 2018 e 2026, segundo dados da COMEX.

E ao contrário do que aconteceu com o cloreto de potássio, a compra de ureia pelo Brasil disparou em julho, mas seguiu acumulando queda na parcial de 2026. Clique aqui e confira!
O caso da ureia reforça para o fato que o Brasil tem comprado menos e pagado mais pelo fertilizante importado, o que reforça a preocupação com os custos de produção no campo.
O Farmnews também destacou para o preço do enxofre que, tem sido foco no mercado de fertilizantes na primeira metade de 2026, alcançando patamares históricos, quase 3 vezes acima do observado em 2025.
E por falar em custos de produção, você sabia que dados da Aegro Insights na safrinha mostram que, no mesmo estado, no mesmo ciclo, o custo de insumos variou 89% entre o mais enxuto e o mais caro! Pois é, clique aqui e saiba mais do assunto!
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