O Farmnews atualizou os dados do preço do boi gordo em dólares e Reais, entre 2024 e a parcial de fevereiro de 2026.
O preço do boi gordo segue em valorização em fevereiro de 2026, com alta de 5,6% frente ao valor que encerrou 2025 e acima do valor praticado no mesmo período do ano anterior. (primeira Figura) A oferta restrita e uma demanda interna (clique aqui) e externa mais aquecida favorece o ambiente de valorização e a perspectiva mais otimista ao longo do ano.
E por falar na demanda externa, a exportação de carne bovina do Brasil iniciou o mês de fevereiro de 2026 em alta frente a fevereiro de 2025. Isso porque a primeira parcial de fevereiro de 2025 que considera 5 dias úteis apresentou média diária de embarque de 13,66 mil toneladas, valor 43,6% acima da média diária de fevereiro de 2025 de 9,52 mil toneladas (20 dias úteis). Clique aqui e confira!
A Figura ilustra a evolução diária do preço nominal do boi gordo (Cepea), em Reais por arroba, desde 2024.

O fato é que o preço do boi gordo (Cepea) em moeda americana segue mais descolado do valor praticado em moeda nacional justamente devido à valorização do Real frente ao dólar (segunda Figura).
Isso porque enquanto o preço do boi gordo em dólares subiu 11,7% entre o final de 2025 e a parcial de fevereiro (9), no mesmo intervalo de tempo o preço da arroba avaliado em moeda nacional subiu menos (5,6%).
A Figura apresenta a evolução diária da cotação do dólar (Reais por dólar), em valor nominal, desde o início de 2025.

O dólar foi cotado na parcial de fevereiro, até o dia 9, em R$5,24 o menor valor mensal desde maio de 2024. Essa valorização do Real em relação ao dólar tem contribuído para a alta da arroba em moeda americana (terceira Figura).
O preço do boi gordo em dólares na parcial de fevereiro apresentou média de US$63,5 por arroba, o maior patamar para o período do ano desde 2022.
A Figura ilustra a evolução diária do preço nominal do boi gordo (Cepea), em dólares por arroba, desde 2024.

Apesar da alta do boi gordo brasileiro em dólares, o valor segue muito abaixo dos principais concorrentes internacionais, com a exportação de bovinos vivos renovando a máxima histórica no primeiro mês de 2026 (clique aqui). Pois é, não é apenas a carne bovina que tem apresentado números recordes de vendas em 2026.
E vale ressaltar também que além da China e EUA apresentarem compras recordes para um mês de janeiro, em 2026 (clique aqui), a Argentina que tradicionalmente não é um importante importador de carne brasileira, tem apresentado números crescentes de compra e vale ficar atento a isso também. Clique aqui e saiba mais!
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