A exportação de carne bovina do Brasil ficou estável pelo terceiro mês consecutivo em outubro, mas o preço foi o destaque de alta.
A venda de carne bovina in natura do Brasil ficou em patamares próximos entre os meses de agosto a outubro (Figura), oscilando pouco abaixo de 200,0 mil toneladas métricas.
A Figura apresenta os dados de embarque de carne bovina in natura do Brasil, em mil toneladas métricas, entre janeiro de 2020 e outubro de 2026, segundo dados da COMEX.

A exportação de carne bovina in natura do Brasil, embora estável ao longo dos últimos meses, caiu em outubro de 2026 frente ao mesmo período dos anos anteriores, como esperado (primeira Tabela).
Os embarques de carne bovina do Brasil em outubro de 2026 somaram 195,37 mil toneladas métricas em outubro de 2026, valor quase 40,0% abaixo do observado em 2025 e no menor patamar para o período do ano desde 2023.
Contudo, o destaque entre os dados de exportação de carne bovina do Brasil em 2026 foi o preço médio de venda que, alcançou patamar recorde para um mês de outubro.
A Tabela apresenta os dados de exportação de carne bovina in natura do Brasil nos meses de outubro, entre 2016 e 2026, segundo dados da COMEX.

No acumulado parcial de 2026, até outubro (segunda Tabela), os embarques em 2026 ficaram pouco abaixo do recorde anterior para o período do ano, de 2025.
Isso porque os embarques de carne bovina in natura do Brasil somaram 2,30 milhões de toneladas métricas até outubro de 2026, valor 6,4% abaixo do observado em 2025.
Por outro a receita de exportação em 2026 renovou a máxima em 2026.
O faturamento com a exportação do produto brasileiro no mercado internacional somou o equivalente a US$14,21 bilhões até outubro de 2026, valor 8,1% acima do mesmo período de 2025.
Apesar da queda das vendas no acumulado do ano, o preço médio de venda compensou a perda nos embarques. O preço médio de US$6,15 por kg na parcial de 2026, até outubro, foi o maior patamar histórico para o período do ano.
A Tabela apresenta os dados de exportação de carne bovina in natura do Brasil no acumulado até outubro, entre 2016 e 2026, segundo dados da COMEX.

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