A exportação de carne bovina do Brasil voltou a cair na parcial até a 3ª semana de julho de 2026, ficando inclusive abaixo da média diária praticada em 2025.
Vale lembrar que nos primeiros 3 dias úteis de julho, a média diária de embarque de carne bovina do Brasil foi de 15,05 mil toneladas métricas, valor 25,1% acima da média de venda de julho de 2025 (12,03 mil toneladas) que, considerou 23 dias úteis.
No entanto, considerando os dados até a segunda semana de julho ou os 8 primeiros dias úteis do mês, a média diária de venda caiu para 13,08 mil toneladas.
E agora, na terceira parcial do mês, considerando 13 dias úteis, os dados diários de embarque de carne bovina do Brasil voltaram a cair, para uma média de 10,39 mil toneladas métricas, valor 10,3% abaixo do que foi praticado em julho de 2025 (12,03 mil toneladas).
A exportação de carne bovina do Brasil voltou a cair na terceira parcial do mês, ficando pouco mais de 10,0% abaixo da média diária de venda de julho de 2025.
Pois é, o ritmo de venda de carne bovina do Brasil caiu em julho, como resultado da queda nos embarques para a China. A expectativa é que da exportação de carne bovina fique abaixo da praticada em julho de 2025.
No acumulado dos 13 primeiros dias úteis de julho de 2026, os embarques, em valor absoluto, totalizaram 140,38 mil toneladas, valor 50,7% do que foi observado em julho de 2025 (276,66 mil toneladas métricas) e, como temos destacado, o valor mais alto para o período do ano.
Por outro lado, o preço médio da carne bovina exportada do Brasil permaneceu estável entre a primeira e a segunda semana de julho. Contudo, o preço médio foi de US$6,38 por kg, valor abaixo do que foi observado nos meses anteriores (clique aqui), mas superior ao valor praticado em julho de 2025 (US$5,55).
A queda no ritmo de exportação de carne bovina contribuiu para pressionar o preço do boi gordo que, em julho, alcançou o menor patamar desde janeiro. O consumo doméstico de carne bovina mais lento, também contribui para a queda no valor do animal pronto para o abate.
No entanto, vale mencionar que a expectativa é de recuperação ao longo da segunda metade de 2026, especialmente nos meses finais do ano. O mercado futuro do boi gordo inclusive renovou a máxima para os contratos com vencimento a partir de setembro em julho (17). Clique aqui e confira os dados!
E mudando de assunto, apesar da expectativa de novos recordes do preço do bezerro, a principal preocupação está relacionada a queda no poder de compra do pecuarista que depende da reposição do rebanho no mercado.
Embora o preço nominal da categoria de reposição esteja renovando a máxima no ano, o potencial de alta ainda é grande, principalmente quando avaliamos o comportamento histórico do preço corrigido do bezerro no longo prazo e o atual cenário de abate de fêmeas no Brasil (clique aqui).
O fato é que em m poucas vezes ao longo da história, com a venda de um boi gordo de 20,0@ foi possível comprar menos de 2,0 bezerros, em média. Isso aconteceu em 2 oportunidades em 2021 e novamente em 2026, segundo dados do Cepea. Clique aqui e confira os dados!
E você sabia que dados da Aegro Insights na safrinha mostram que, no mesmo estado, no mesmo ciclo, o custo de insumos variou 89% entre o mais enxuto e o mais caro! Pois é, clique aqui e saiba mais do assunto!
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